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	<title>Arquivo de Fusões e aquisições - Value Bridge</title>
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	<description>Consultoria</description>
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	<title>Arquivo de Fusões e aquisições - Value Bridge</title>
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	<item>
		<title>Assessoria Instituto de Nefrologia de Mogi das Cruzes</title>
		<link>https://valuebridge.com.br/assessoria-instituto-de-nefrologia-de-mogi-das-cruzes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcelo@vbcp.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 14:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fusões e aquisições]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4aa309e6-b85c-4333-9f30-427d28a6b424-original.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4aa309e6-b85c-4333-9f30-427d28a6b424-original-284x300.png" alt="" width="284" height="300" /></a>A Value Bridge concluiu mais uma transação com sucesso! Assessoramos o Instituto de Nefrologia de Mogi e de Suzano na transação com a Diaverum (<a id="ember1068" href="https://lnkd.in/dGxv2b9)" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://lnkd.in/dGxv2b9)</a>. Estamos sempre focados em suportar o processo decisório de nossos clientes, auxiliando-os do começo ao fim a encontrar a melhor transação possível. Estamos felizes por termos feito parte de um passo importante na vida dos nossos clientes, do crescimento da Diaverum no Brasil e, logo, dos pacientes do Instituto.</p>
<p>Quer saber como podemos lhe ajudar? Contacte-nos por aqui ou então em <a id="ember1076" href="mailto:contato@vbcp.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">contato@vbcp.com.br</a></p>
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		<title>Um olhar além das crises financeiras e a ferramenta de M&#038;A na geração de valor de empresas e fundos de Private Equity</title>
		<link>https://valuebridge.com.br/tendencias_fusoes_e_aquisicoes_2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcelo@vbcp.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 14:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Benchmarking]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[M&A]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Costumamos lembrar com alguma facilidade das crises financeiras históricas mais agudas, refletidas no mercado financeiro através de desvalorizações muito fortes no valor dos ativos e de aumento significativo na volatilidade dos preços.</p>
<p>Foi assim em 1929, no <em>crash</em> da bolsa de Nova York; em 1987,  quando os mercados chegaram a cair mais de 23% em um dia (a maior queda diária do mercado americano – <em>Black Monday)</em> e em 2008, na famosa crise do <em>subprime</em>.</p>
<p>Nesse último caso, assistimos a grandes bancos e <em>hedge funds</em> caminharem para o buraco. O que poucos costumam lembrar, no entanto, é que o mesmo momento nos permitiu também presenciar o marco do <strong>início de uma era gloriosa para os fundos de <em>private equity</em></strong>., indústria que, muito possivelmente, deu seus primeiros passos com JP Morgan adquirindo a Carnegie Steel Company, nos Estados Unidos, ainda em 1901.</p>
<p>O que se sucedeu a partir da crise do <em>subprime</em> foram medidas e comportamentos que permitiram a <strong>expansão da indústria de ativos alternativos ilíquidos.</strong></p>
<p>Bancos centrais – em especial, o Federal Reserve (Fed) americano – iniciaram programas de estímulo monetário, conhecidos como <em>Quantitative Easing</em> (QE), focados na recompra de diversos ativos financeiros, como títulos públicos de longo prazo do governo e ativos securitizados. Com tanta liquidez, os juros chegaram a territórios pouco conhecidos até então – ou exclusivos da economia japonesa, com valores nominais negativos.</p>
<p>Não só o comportamento dos juros havia se transformado, mas o clima político se tornou mais amigável – resultado de um intenso processo de globalização entre as nações. A combinação perfeita para o modelo de negócios do setor de <em>private equity</em> estava só saindo do forno. Estabilidade política, liquidez e a busca por maiores retornos transformaram para sempre a indústria, na qual muitos de seus participantes usa como receita a alavancagem e a ferramenta de M&amp;A: em 25 anos, o segmento retornou anualizados 13% enquanto o S&amp;P500 ofereceu apenas 9%, de acordo com a Cambridge Associates LLC [1].</p>
<p>No Brasil, de acordo com a PwC, o primeiro estágio da indústria de <em>private equity</em> durou entre 1994 e os anos 2000, período no qual o segmento se beneficiou do crescimento de uma curva de aprendizado. A segunda fase contou com a estabilidade de preços, juros decrescentes, emergência de uma classe média com renda <em>per capita</em> em ascensão, expansão do crédito e consumo, e um país que passava a atrair o olhar de investidores estrangeiros, em especial após a descoberta do Pré-Sal, em 2006, e o recebimento do <em>investment grade</em>, em 2008, pelas principais agências de classificação de risco [2].</p>
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/evolucao-pe.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/evolucao-pe.png" alt="" width="332" height="345" /></a></p>
<p>Ainda que tenha, a partir de 2011, entrado em uma rota de baixo crescimento em decorrência de momentos turbulentos no cenário econômico, com a redução do crescimento chinês e a queda nos preços das <em>commodities</em>, o Brasil continuou a ofertar oportunidades de investimento de longo prazo nas mais diversas áreas: infraestrutura (telecomunicações, rodovias, portos, aeroportos),  educação, consumo e saúde e serviços [2].</p>
<p>Dentro desse modelo, a atividade de Fusões e Aquisições (em inglês a sigla M&amp;A, <em>merger and acquisitions</em>) é uma das principais ferramentas, sempre acompanhada de injeção de governança e metodologias de gestão mais eficientes. Em uma linha do tempo de sete a dez anos, tem-se o investimento inicial, aquisições secundárias à estratégia principal (conhecidas como <em>add-ons</em>) e o desinvestimento. Para a “estratégia de saída”, há a possibilidade uma oferta primária de ações na bolsa de valores (IPO – Initial Public Offering) e ou venda/fusão com estratégicos ou outros fundos.</p>
<p><strong><u>Overview Global e Local </u></strong></p>
<p>Em termos globais, o ano de 2019 teve um volume total de USD 4 trilhões em transações [3], das quais, aproximadamente, USD 1 trilhão (ou 25%) ocorreram em mercados emergentes, como China, Índia e Arábia Saudita. A presença dos países em desenvolvimento em, aproximadamente, um quarto de todas as transações já era anunciada em meados de 2009 [5] e reafirmada pela BCG <em>(Boston Consulting Group</em>) no ano de 2013 [6]. Em termos de crescimento ano após ano (YOY, <em>year-over-year</em>), Brasil, Malásia e Arábia Saudita se destacaram frente aos dois primeiros países. [4].</p>
<p>O histórico brasileiro no segmento de M&amp;A se mostra relativamente incipiente quando comparado a países com maior crescimento econômico, como é o caso da China, ou desenvolvidos, como Estados Unidos e países europeus. Como já ressaltado, existe uma tendência da indústria de <em>private equity</em> comandar parte dos principais <em>deals</em>, e esta também se mostra relativamente nova.<a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/volume-de-transacoes.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/volume-de-transacoes.png" alt="" width="319" height="332" /></a></p>
<p>Apesar disso, o crescimento do segmento com transações de <em>private equity</em> é evidente.</p>
<p>De maneira geral, a atuação se deu nos mais variados setores e, sobretudo, apresentou crescimento anual (CAGR) de <strong>31%</strong> no volume das transações, sendo mais da metade com ticket médio de BRL 50 milhões e 34% acima de BRL 100 milhões. Essas compras foram realizadas, em grande parte, via aquisições minoritárias entre 2010 e 2020.</p>
<p>Para os próximos anos, um <em>dry powder </em>de USD 1,5 trilhão (total em caixa) dos fundos de <em>private equity</em> [7, 8], taxa de juros próximas ou iguais a zero, principalmente após a retomada de programas de estímulo às economias norte-americana e europeias, e um cenário de busca por retornos superiores àqueles oferecidos em países desenvolvidos, torna o futuro dos fundos de ativos ilíquidos muito semelhante aquele visto no pós-2008. Assim, bancos como JP Morgan e Morgan Stanley projetam que as atividades de M&amp;A continuarão a serem lideradas pelos <em>add-nos</em> e estratégias de saída dos fundos ao redor mundo.</p>
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/a-forma-de-atuacao.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/a-forma-de-atuacao.png" alt="" width="354" height="387" /></a></p>
<p>Para o Brasil, acreditamos na existência de um forte potencial nos seguintes setores: <em>i)</em> educação em nível secundário, <em>ii)</em> infraestrutura, em especial, telecomunicações,<em> iii)</em> saúde em geral – desde operadoras, hospitais até mesmo clinicas especializadas em tratamentos<em>, iv)</em> autopeças – principalmente nos segmentos comercialização. Veja abaixo a distribuição setorial histórica (2010-2020) dos investimentos realizados pelos fundos de <em>private equity </em>[8].</p>
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/distribuicao-1.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/distribuicao-1.png" alt="" width="780" height="433" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><strong>[1]<a href="https://www.bloomberg.com/news/features/2019-10-03/how-private-equity-works-and-took-over-everything">https://www.bloomberg.com/news/features/2019-10-03/how-private-equity-works-and-took-over-everything</a></strong></p>
<p><strong>[2]<a href="https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/private-equity/assets/private-equity-brazil-13b.pdf">https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/private-equity/assets/private-equity-brazil-13b.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[3] <a href="https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf">https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[4]<a href="https://www.mattosfilho.com.br/Documents/fy2019_global_em_ma_legal_review.pdf">https://www.mattosfilho.com.br/Documents/fy2019_global_em_ma_legal_review.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[5]<a href="https://hbr.org/2009/05/how-emerging-giants-are-rewriting-the-rules-of-ma">https://hbr.org/2009/05/how-emerging-giants-are-rewriting-the-rules-of-ma</a></strong></p>
<p><strong>[6]<a href="https://www.bcg.com/en-br/publications/2013/mergers-acquisitions-alliances-joint-ventures-one-in-four-m-a-deals.aspx">https://www.bcg.com/en-br/publications/2013/mergers-acquisitions-alliances-joint-ventures-one-in-four-m-a-deals.aspx</a></strong></p>
<p><strong>[7]<a href="https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf">https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[8]<a href="https://www.emis.com/php/dealwatch/deal-database">https://www.emis.com/php/dealwatch/deal-database</a></strong></p>
<p><strong>[9]<a href="https://www.morganstanley.com/ideas/inv%20estment-banking-deals-outlook-2020">https://www.morganstanley.com/ideas/inv estment-banking-deals-outlook-2020</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Medidas emergenciais de apoio as empresas para mitigar impacto da COVID-19 na economia</title>
		<link>https://valuebridge.com.br/medidas-emergenciais-de-apoio-as-empresas-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcelo@vbcp.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 14:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fusões e aquisições]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O período de crise enfrentado pela economia global em decorrência da pandemia do COVID-19 não encontra precedentes. Nem mesmo em mesmo o ano de 1929 houve uma queda tão rápida [1] e abrupta no valor dos ativos do mercado financeiro como nas últimas semanas, reflexo da antecipação do impacto negativo na economia real em termos de queda da produção, aumento do desemprego e elevação do nível de calotes corporativos.</p>
<p>Em um país onde, aproximadamente, 52% dos empregos são gerados a partir de micro e pequenas empresas [2] e 45% dos gastos correspondem à folha de pagamento [3], o Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes, através do BCB, BNDES e CEF, tem atuado em diversas frentes para proteger a contração. Veja abaixo as principais medidas <em>diretas</em> e como elas podem ajudar a reforçar o fluxo de caixa de sua empresa.</p>
<p><u>&#8211; Suspensão temporária por prazo de até seis meses de amortizações de empréstimos contratados junto ao BNDES </u>(“standstill”): Inicialmente, a possibilidade abarcava apenas as <strong>operações diretas</strong> (subcréditos diretos) e <a href="https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/suspensao-de-pagamentos/suspensao-de-pagamentos-para-operacoes-diretas?1dmy&amp;urile=wcm%3apath%3a%2Fbndes_institucional%2Fhome%2Ffinanciamentos%2Fsuspensao-de-pagamentos%2Fsuspensao-de-pagamentos-para-operacoes-indiretas">indiretas automáticas</a> , porém, em Reunião de Diretoria do BNDES de 02.04.2020, foi aprovada a inclusão da possibilidade de suspensão temporária de pagamento para <strong>operações indiretas não automáticas e mistas</strong> (subcréditos indiretos). Para mais informações, clique em [4]</p>
<p><u>&#8211; Crédito para Folha de Pagamento:</u> para os próximos dois meses, o BNDES vai disponibilizar uma linha com montante total de R$ 40 bilhões (R$ 20 bilhões por mês) visando evitar demissões em massa. A linha contempla o pagamento de até 2 salários mínimos em empresas com faturamento de R$ 360 mil a R$ 10 milhões de reais, sem restrição de crédito nos últimos 6 meses, a uma taxa fixa e <em>sem spread</em> bancário de 3,75% a.a. (SELIC, taxa de juros básica) com carência de 6 meses e 30 meses para pagamento total. São recursos voltados exclusivamente para o pagamento de funcionários, onde contratualmente a empresa se compromete a não demitir. Ainda, o BNDES será o responsável pelo pagamento direto ao empregado, enquanto a empresa fica com a dívida.</p>
<p>Para tal operação, participaram: Tesouro Nacional, com o fornecimento de 85% do valor, BNDES com operacionalização desse montante, bancos privados da Febraban com fornecimento de 15% restantes e fiscalização do BCB.</p>
<p><u>&#8211; Ampliação da Oferta de Crédito para Micro e Pequenas Empresas:</u> cerca de R$ 5 bilhões para empresas com faturamento até R$ 300 milhões, carência de 24 meses e prazo total de pagamento de 60 meses. Há limite de R$ 70 milhões por CNPJ e não há necessidade de especificação do destino dos recursos. Se tratam de operações <em>indiretas</em>, portanto, há necessidade de contatar os parceiros do BNDES e estão disponíveis desde a última semana do dia 23 de março. Para maiores informações, clique em [5]</p>
<p><u>&#8211; Plano Emergencial para Empresas do Setor de Saúde:</u> São linhas semi-automáticas, para empresas que prestam serviços de saúde em regiões de menor infraestrutura. O financiamento ocorre em até 100% do ativo a uma taxa TLP (Taxa de Longo Prazo) +5,26% a.a., carência de 24 meses e prazo total de 60 meses e mínimo de R$ 10 milhões.</p>
<p>Outras medidas, com caráter de desoneração fiscal, foram anunciadas no dia 16 de março. São elas: redução de 50% nas contribuições do Sistema S por três meses, Diferimento do prazo de pagamento do FGTS por três meses (alíquota de 8% da folha de pagamento das empresas) e Diferimento da parte da União no pagamento do Simples Nacional por três meses, e Isenção do II (Imposto sobre Importação) de produtos médico-hospitalares [6].</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p>[1]<a href="https://www.nasdaq.com/articles/despite-craziness-the-markets-are-doing-what-theyre-best-at-2020-03-19">https://www.nasdaq.com/articles/despite-craziness-the-markets-are-doing-what-theyre-best-at-2020-03-19</a></p>
<p>[2]<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2019-07/pequenas-empresas-garantem-saldo-positivo-de-empregos-mostra-sebrae">https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2019-07/pequenas-empresas-garantem-saldo-positivo-de-empregos-mostra-sebrae</a></p>
<p>[3]<a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/ouca-ao-vivo-bolsonaro-anuncia-medidas-economicas-sobre-coronavirus">https://www.nsctotal.com.br/noticias/ouca-ao-vivo-bolsonaro-anuncia-medidas-economicas-sobre-coronavirus</a></p>
<p>[4] <a href="https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/suspensao-de-pagamentos">https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/suspensao-de-pagamentos</a></p>
<p>[5] <a href="https://www.bndes.gov.br/creditoemergencial">https://www.bndes.gov.br/creditoemergencial</a></p>
<p>[6] <a href="https://www12.senado.leg.br/ifi">https://www12.senado.leg.br/ifi</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://valuebridge.com.br/medidas-emergenciais-de-apoio-as-empresas-covid-19/">Medidas emergenciais de apoio as empresas para mitigar impacto da COVID-19 na economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://valuebridge.com.br">Value Bridge</a>.</p>
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