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	<title>Arquivo de Benchmarking - Value Bridge</title>
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	<description>Consultoria</description>
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	<title>Arquivo de Benchmarking - Value Bridge</title>
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		<title>Desafios das empresas do setor de saúde &#8211; Tendências 2024</title>
		<link>https://valuebridge.com.br/tendencias_setor_saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcelo@vbcp.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 18:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Benchmarking]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Insights]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada indústria enfrenta desafios únicos no planejamento estratégico e em sua execução. Na saúde, esses obstáculos são particularmente complexos, dada a sua natureza dinâmica e a constante evolução tecnológica e regulatória. Nesse contexto, as empresas de #Healthcare devem estar prontas não só para criar planos estratégicos robustos, mas também para adaptá-los de forma ágil às [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2526" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2024/03/post-saude.png" alt="" width="1200" height="628" srcset="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2024/03/post-saude.png 1200w, https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2024/03/post-saude-768x402.png 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>Cada indústria enfrenta desafios únicos no planejamento estratégico e em sua execução. Na saúde, esses obstáculos são particularmente complexos, dada a sua natureza dinâmica e a constante evolução tecnológica e regulatória.</p>
<p>Nesse contexto, as empresas de #Healthcare devem estar prontas não só para criar planos estratégicos robustos, mas também para adaptá-los de forma ágil às mudanças e inovações do mercado.</p>
<p>Dando um passo além da formulação do plano, a execução bem-sucedida na área da saúde exige um monitoramento contínuo e preciso dos desafios e especificidades próprios da indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 desafios no planejamento estratégico e operação das empresas do setor de saúde</strong></p>
<p><strong>Recuperação lenta das margens operacionais</strong><br />
O setor de saúde enfrenta o desafio de uma recuperação lenta das margens operacionais, em meio a um cenário adverso marcado por negociações de preços desafiadoras e custos operacionais que superam os níveis pré-pandemia. A expectativa é que em 2024 as empresas do ramo possam retomar um desempenho operacional positivo. O relatório da Global Market Insights, sobre o mercado de Digital Health, projeta receitas superiores a US$ 370 bilhões e com taxas de crescimento superiores a 25%.</p>
<p>Para alcançar este objetivo, é fundamental incrementar as receitas, o que pode ser conseguido de duas formas principais: ampliando o número de beneficiários ou aplicando reajustes superiores nas mensalidades. Diante dessa realidade, torna-se imprescindível a adoção de estratégias voltadas para a melhoria da eficiência operacional e a redução de custos.</p>
<p><strong>Alta sinistralidade</strong><br />
A alta sinistralidade é um desafio crítico para as empresas, que necessitam implementar estratégias inovadoras de gestão de riscos e otimização dos serviços. Perdas significativas no setor comprometem o desempenho operacional das operadoras e influenciam diretamente no aumento das mensalidades para os usuários dos planos de saúde.</p>
<p>Neste cenário, é crucial que o planejamento estratégico e operacional das empresas inclua a implementação de tecnologias avançadas de análise de dados e inteligência artificial para identificação precoce de padrões de fraude e desperdício. Além disso, é importante o desenvolvimento de programas de prevenção de doenças e promoção da saúde, visando a redução da demanda por serviços de alto custo.</p>
<p><strong>Verticalização e formação de alianças estratégicas</strong><br />
Este movimento oferece às operadoras controle aprimorado sobre custos e sobre a jornada do paciente através da integração de serviços e estabelecimento de redes próprias. Alianças estratégicas podem reforçar a presença no mercado, unindo recursos e competências para superar desafios compartilhados. A verticalização, ao sincronizar interesses entre as diferentes partes do sistema de saúde, promove a padronização de procedimentos e a redução de custos, representando um modelo de negócio com grande potencial.</p>
<p>A necessidade de serviços mais especializados e personalizados, impulsionada pela demanda por tratamentos específicos, enfatiza a importância de as operadoras desenvolverem soluções focadas. Incorporar essa estratégia ao planejamento estratégico e operacional requer investimento em infraestrutura e tecnologia, além da formação de parcerias que potencializem suas competências e expandam sua presença no mercado.</p>
<p><strong>Sustentabilidade de operadoras de menor porte</strong><br />
Operadoras de saúde de pequeno porte enfrentam desafios significativos para manter a viabilidade financeira, especialmente aquelas com menos de 20 mil clientes. A dificuldade de equilibrar as contas é amplificada pela preferência dos consumidores pelos modelos tradicionais de saúde, o que coloca as operadoras digitais e inovadoras em desvantagem.</p>
<p>A tendência sugere que pequenas operadoras poderiam ser absorvidas por maiores devido à pressão competitiva e à alta inflação médica, que dificulta a contenção de custos. Para sobreviver, essas operadoras precisam explorar alianças estratégicas e ajustar seus modelos de negócios para alinhar-se melhor com as necessidades do mercado, buscando soluções criativas para a gestão de custos e aprimoramento da oferta de serviços.</p>
<p><strong>Adaptação às novas tecnologias e gestão de riscos cibernéticos</strong><br />
A crescente adoção das novas tecnologias tornou-se um desafio para as empresas de saúde, exigindo investimentos não só financeiros, mas também na capacitação do pessoal e na revisão dos processos internos. A colaboração com tecnologias emergentes, como a inteligência artificial, deve ser vista como uma alavanca para potencializar a eficiência das operações, visando também a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p>Além disso, o crescente uso de dados digitais demanda uma forte estratégia de segurança cibernética para proteger informações sensíveis dos pacientes, envolvendo sistemas de segurança robustos e protocolos de resposta rápida a incidentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As tendências atuais indicam uma série de mudanças significativas no horizonte. Contar com o apoio de uma consultoria especializada, com uma vasta experiência e casos bem-sucedidos no setor, pode ser o diferencial para a sua empresa superar esses desafios. Entre em contato conosco para saber mais!</p>
<p>#ValueBridge #PlanejamentoEstratégico #GestãoEstratégica #GestãodeNegócios #StrategicPlanning #Strategy</p>
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		<title>Value Bridge implementa reestruturação de processos com o pipefy®</title>
		<link>https://valuebridge.com.br/processos_pipefy/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcelo@vbcp.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 14:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Benchmarking]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Desempenho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://valuebridge.com.br/processos_pipefy/">Value Bridge implementa reestruturação de processos com o pipefy®</a> apareceu primeiro em <a href="https://valuebridge.com.br">Value Bridge</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A parte que mais gostamos desse mundo de digitalização nos negócios é colocar as novas ferramentas para suportar as melhorias que mapeamos nas operações do dia a dia.</p>
<p>Fizemos hoje em um de nossos clientes o GO-LIVE de uma frente de revisão de processos utilizando a plataforma pipefy® (<a href="https://www.pipefy.com">https://www.pipefy.com</a>). Nas últimas semanas nos dedicamos com a equipe do cliente a construirmos a modelagem de vários processos e automatizamos etapas que anteriormente demandavam muito tempo e que não tinham uma padronização adequada.</p>
<p>Estamos felizes com essa parceria e temos certeza que a revisão de processos dentro de uma plataforma estruturada como o pipefy® representa uma entrega em um novo patamar de qualidade.</p>
<p>Que venham novos projetos como esse!</p>
<p>Quer saber como podemos lhe ajudar?</p>
<p>Acesse nossa pagina de contatos ou nos mande um email: contato@vbcp.com.br</p>
<p>#reestruturaçãodeprocessos #pipefy</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2019/06/stamp-black-mini.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2019/06/stamp-black-mini.png" alt="" width="160" height="150" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Um olhar além das crises financeiras e a ferramenta de M&#038;A na geração de valor de empresas e fundos de Private Equity</title>
		<link>https://valuebridge.com.br/tendencias_fusoes_e_aquisicoes_2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcelo@vbcp.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 14:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Benchmarking]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[M&A]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://valuebridge.com.br/tendencias_fusoes_e_aquisicoes_2020/">Um olhar além das crises financeiras e a ferramenta de M&#038;A na geração de valor de empresas e fundos de Private Equity</a> apareceu primeiro em <a href="https://valuebridge.com.br">Value Bridge</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Costumamos lembrar com alguma facilidade das crises financeiras históricas mais agudas, refletidas no mercado financeiro através de desvalorizações muito fortes no valor dos ativos e de aumento significativo na volatilidade dos preços.</p>
<p>Foi assim em 1929, no <em>crash</em> da bolsa de Nova York; em 1987,  quando os mercados chegaram a cair mais de 23% em um dia (a maior queda diária do mercado americano – <em>Black Monday)</em> e em 2008, na famosa crise do <em>subprime</em>.</p>
<p>Nesse último caso, assistimos a grandes bancos e <em>hedge funds</em> caminharem para o buraco. O que poucos costumam lembrar, no entanto, é que o mesmo momento nos permitiu também presenciar o marco do <strong>início de uma era gloriosa para os fundos de <em>private equity</em></strong>., indústria que, muito possivelmente, deu seus primeiros passos com JP Morgan adquirindo a Carnegie Steel Company, nos Estados Unidos, ainda em 1901.</p>
<p>O que se sucedeu a partir da crise do <em>subprime</em> foram medidas e comportamentos que permitiram a <strong>expansão da indústria de ativos alternativos ilíquidos.</strong></p>
<p>Bancos centrais – em especial, o Federal Reserve (Fed) americano – iniciaram programas de estímulo monetário, conhecidos como <em>Quantitative Easing</em> (QE), focados na recompra de diversos ativos financeiros, como títulos públicos de longo prazo do governo e ativos securitizados. Com tanta liquidez, os juros chegaram a territórios pouco conhecidos até então – ou exclusivos da economia japonesa, com valores nominais negativos.</p>
<p>Não só o comportamento dos juros havia se transformado, mas o clima político se tornou mais amigável – resultado de um intenso processo de globalização entre as nações. A combinação perfeita para o modelo de negócios do setor de <em>private equity</em> estava só saindo do forno. Estabilidade política, liquidez e a busca por maiores retornos transformaram para sempre a indústria, na qual muitos de seus participantes usa como receita a alavancagem e a ferramenta de M&amp;A: em 25 anos, o segmento retornou anualizados 13% enquanto o S&amp;P500 ofereceu apenas 9%, de acordo com a Cambridge Associates LLC [1].</p>
<p>No Brasil, de acordo com a PwC, o primeiro estágio da indústria de <em>private equity</em> durou entre 1994 e os anos 2000, período no qual o segmento se beneficiou do crescimento de uma curva de aprendizado. A segunda fase contou com a estabilidade de preços, juros decrescentes, emergência de uma classe média com renda <em>per capita</em> em ascensão, expansão do crédito e consumo, e um país que passava a atrair o olhar de investidores estrangeiros, em especial após a descoberta do Pré-Sal, em 2006, e o recebimento do <em>investment grade</em>, em 2008, pelas principais agências de classificação de risco [2].</p>
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/evolucao-pe.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/evolucao-pe.png" alt="" width="332" height="345" /></a></p>
<p>Ainda que tenha, a partir de 2011, entrado em uma rota de baixo crescimento em decorrência de momentos turbulentos no cenário econômico, com a redução do crescimento chinês e a queda nos preços das <em>commodities</em>, o Brasil continuou a ofertar oportunidades de investimento de longo prazo nas mais diversas áreas: infraestrutura (telecomunicações, rodovias, portos, aeroportos),  educação, consumo e saúde e serviços [2].</p>
<p>Dentro desse modelo, a atividade de Fusões e Aquisições (em inglês a sigla M&amp;A, <em>merger and acquisitions</em>) é uma das principais ferramentas, sempre acompanhada de injeção de governança e metodologias de gestão mais eficientes. Em uma linha do tempo de sete a dez anos, tem-se o investimento inicial, aquisições secundárias à estratégia principal (conhecidas como <em>add-ons</em>) e o desinvestimento. Para a “estratégia de saída”, há a possibilidade uma oferta primária de ações na bolsa de valores (IPO – Initial Public Offering) e ou venda/fusão com estratégicos ou outros fundos.</p>
<p><strong><u>Overview Global e Local </u></strong></p>
<p>Em termos globais, o ano de 2019 teve um volume total de USD 4 trilhões em transações [3], das quais, aproximadamente, USD 1 trilhão (ou 25%) ocorreram em mercados emergentes, como China, Índia e Arábia Saudita. A presença dos países em desenvolvimento em, aproximadamente, um quarto de todas as transações já era anunciada em meados de 2009 [5] e reafirmada pela BCG <em>(Boston Consulting Group</em>) no ano de 2013 [6]. Em termos de crescimento ano após ano (YOY, <em>year-over-year</em>), Brasil, Malásia e Arábia Saudita se destacaram frente aos dois primeiros países. [4].</p>
<p>O histórico brasileiro no segmento de M&amp;A se mostra relativamente incipiente quando comparado a países com maior crescimento econômico, como é o caso da China, ou desenvolvidos, como Estados Unidos e países europeus. Como já ressaltado, existe uma tendência da indústria de <em>private equity</em> comandar parte dos principais <em>deals</em>, e esta também se mostra relativamente nova.<a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/volume-de-transacoes.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/volume-de-transacoes.png" alt="" width="319" height="332" /></a></p>
<p>Apesar disso, o crescimento do segmento com transações de <em>private equity</em> é evidente.</p>
<p>De maneira geral, a atuação se deu nos mais variados setores e, sobretudo, apresentou crescimento anual (CAGR) de <strong>31%</strong> no volume das transações, sendo mais da metade com ticket médio de BRL 50 milhões e 34% acima de BRL 100 milhões. Essas compras foram realizadas, em grande parte, via aquisições minoritárias entre 2010 e 2020.</p>
<p>Para os próximos anos, um <em>dry powder </em>de USD 1,5 trilhão (total em caixa) dos fundos de <em>private equity</em> [7, 8], taxa de juros próximas ou iguais a zero, principalmente após a retomada de programas de estímulo às economias norte-americana e europeias, e um cenário de busca por retornos superiores àqueles oferecidos em países desenvolvidos, torna o futuro dos fundos de ativos ilíquidos muito semelhante aquele visto no pós-2008. Assim, bancos como JP Morgan e Morgan Stanley projetam que as atividades de M&amp;A continuarão a serem lideradas pelos <em>add-nos</em> e estratégias de saída dos fundos ao redor mundo.</p>
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/a-forma-de-atuacao.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/a-forma-de-atuacao.png" alt="" width="354" height="387" /></a></p>
<p>Para o Brasil, acreditamos na existência de um forte potencial nos seguintes setores: <em>i)</em> educação em nível secundário, <em>ii)</em> infraestrutura, em especial, telecomunicações,<em> iii)</em> saúde em geral – desde operadoras, hospitais até mesmo clinicas especializadas em tratamentos<em>, iv)</em> autopeças – principalmente nos segmentos comercialização. Veja abaixo a distribuição setorial histórica (2010-2020) dos investimentos realizados pelos fundos de <em>private equity </em>[8].</p>
<p><a href="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/distribuicao-1.png"><img decoding="async" src="https://valuebridge.com.br/wp-content/uploads/2020/04/distribuicao-1.png" alt="" width="780" height="433" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><strong>[1]<a href="https://www.bloomberg.com/news/features/2019-10-03/how-private-equity-works-and-took-over-everything">https://www.bloomberg.com/news/features/2019-10-03/how-private-equity-works-and-took-over-everything</a></strong></p>
<p><strong>[2]<a href="https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/private-equity/assets/private-equity-brazil-13b.pdf">https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/private-equity/assets/private-equity-brazil-13b.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[3] <a href="https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf">https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[4]<a href="https://www.mattosfilho.com.br/Documents/fy2019_global_em_ma_legal_review.pdf">https://www.mattosfilho.com.br/Documents/fy2019_global_em_ma_legal_review.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[5]<a href="https://hbr.org/2009/05/how-emerging-giants-are-rewriting-the-rules-of-ma">https://hbr.org/2009/05/how-emerging-giants-are-rewriting-the-rules-of-ma</a></strong></p>
<p><strong>[6]<a href="https://www.bcg.com/en-br/publications/2013/mergers-acquisitions-alliances-joint-ventures-one-in-four-m-a-deals.aspx">https://www.bcg.com/en-br/publications/2013/mergers-acquisitions-alliances-joint-ventures-one-in-four-m-a-deals.aspx</a></strong></p>
<p><strong>[7]<a href="https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf">https://www.jpmorgan.com/jpmpdf/1320748081210.pdf</a></strong></p>
<p><strong>[8]<a href="https://www.emis.com/php/dealwatch/deal-database">https://www.emis.com/php/dealwatch/deal-database</a></strong></p>
<p><strong>[9]<a href="https://www.morganstanley.com/ideas/inv%20estment-banking-deals-outlook-2020">https://www.morganstanley.com/ideas/inv estment-banking-deals-outlook-2020</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://valuebridge.com.br/tendencias_fusoes_e_aquisicoes_2020/">Um olhar além das crises financeiras e a ferramenta de M&#038;A na geração de valor de empresas e fundos de Private Equity</a> apareceu primeiro em <a href="https://valuebridge.com.br">Value Bridge</a>.</p>
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